LIVROS NOVOS
Livro: Estela, Estrele-do-Mar
Autora: Marie-Louise Gay
Número de páginas: 32
Editora: Brinque-Book
Ano de Publicação: 2000
Sinopse: A irmã mais velha cuida e é
responsável pelo caçula perguntador. O menino, em
vez de desfrutar das delícias do mar, fica só olhando
e querendo saber, sem ter coragem de conhecê-lo de verdade.
O texto, típico de uma criança curiosa, vem ilustrado
por delicadas aquarelas que servem de cenário para estes
dois personagens.

Livro: Estela, princesa do céu
Autora: Marie-Louise Gay
Número de páginas: 32
Editora: Brinque-Book
Ano de Publicação: 2007
Sinopse: Um vasto céu luminoso, o Sol,
as estrelas e a Lua que, ao surgir, forma o pano de fundo de uma
expedição noturna em Estela, Princesa do Céu.
Nessa história engraçada e meiga, Estela explica
para seu irmão mais novo, que os lobos não coaxam
e que guaxinins usam máscaras, mas não são
ladrões, apenas estão indo a uma festa a fantasia.
A criatividade de Estela alia-se perfeitamente à curiosidade
de Marcos, fazendo do livro uma interessante aventura pela noite
e seus encantos.

Livro: Estela, fada da floresta
Autora: Marie-Louise Gay
Número de páginas: 32
Editora: Brinque-Book
Ano de Publicação: 2006
Sinopse: Estela leva seu irmão caçula
a um passeio animado e inesquecível pela floresta. Marcos
queria ver fadas, e Estela já havia visto centenas delas.
Uma aventura repleta de novas experiências que farão
a curiosidade de Marcos entrar em ebulição. Mas
Estela, irmã mais velha e muito atenciosa, vai desvendando
os mistérios. E a cada passo, despertam a imaginação
de Marcos.

Livro: Bom dia, Marcos
Autora: Marie-Louise Gay
Número de páginas: 28
Editora: Brinque-Book
Ano de Publicação: 2006
Sinopse: O irmão caçula de Estela,
Marcos, já está acordado e não quer a ajuda
da irmã mais velha para se arrumar. Estela concorda que
ele se vista sozinho, mas fica atenta a qualquer problema. Seja
uma cueca ou uma meia sumida, a luz que se apaga ou o armário
que se fecha, lá está Estela para ajudá-lo.
Mas, no final da história, pode ser Marcos quem vai a socorrê-la.
Um texto divertido, que retrata com fidelidade o universo infantil.
Ilustrado com cores vibrantes, a marca registrada da autora-ilustradora.

Livro: Bom noite, Marcos
Autora: Marie-Louise Gay
Número de páginas: 28
Editora: Brinque-Book
Ano de Publicação: 2007
Sinopse: Marcos não consegue dormir sem
o seu cachorro Fred. Decide então acordar sua irmã
Estela para procurar o cão. Para ajudar o irmão
a dormir, Estela sugere que Marcos conte carneirinhos. Mas não
tem nenhum carneirinho no quarto! E Marcos só sabe contar
até três! Estela então especula sobre possíveis
lugares onde Fred estaria: embaixo da poltrona ou dentro do armário,
mas Marcos sabe que seu pequeno cachorro jamais se esconderia
nesses locais. Afinal, um monstro mora dentro do armário
e a poltrona se parece com um sapo gigante! Em Boa Noite, Marcos,
Marie-Louise Gay criou mais uma história encantadora sobre
o irmãozinho de Estela. As aquarelas delicadas da autora,
cheias de humor e muito expressivas, complementam esta.
Livro: Contos tradicionais do Brasil
Autor: Luís da Câmara Cascudo
Número de páginas: 320
Edição: 13 ed.
Editora: Global
Ano de Publicação: 2006
Localização: 398 C344c
Sinopse:
Contos Tradicionais do Brasil, de Luís da Câmara
Cascudo, reúne cem histórias populares, colhidas
diretamente na boca do povo brasileiro. Histórias de pobretões
que conseguem a mão de princesas, de demônios logrados
pela astúcia feminina, de assombramentos, de tratados com
a morte, de criminosos denunciados pelo canto de um pássaro,
de enigmas cuja resolução significa a riqueza e
a felicidade, um mundo maravilhoso que fascina o brasileiro do
povo, como seduzia, há quatro, cinco mil anos, o homem
do povo na Suméria, na Babilônia, no Egito. Mestre
Cascudo ensina que o mais antigo conto que se conhece, narrando
a história de dois irmãos, foi escrito por um escriba
egípcio, há 32 séculos. História maravilhosa,
envolve metempsicose, gravidez mágica, onipotência
real e vários elementos ainda vivos nas histórias
tradicionais brasileiras, num roteiro fantástico de mais
de 3 mil anos, através dos mais diversos povos e culturas,
até chegar à boca do contador popular nordestino
ou da mãe carinhosa contando histórias para adormecer
o filho. Infelizmente, com a urbanização e o advento
dos meios eletrônicos de comunicação, essas
estórias começaram a ser esquecidas, vivendo hoje
na memória de alguns velhos e em obras como esses Contos
Tradicionais do Brasil. Contos que oferecem ao leitor realmente
curioso um duplo prazer: as histórias em si, cuja redação
preserva aquela velha sabedoria e malícia popular, e as
notas de mestre Cascudo, sem sombra de pedantismo, tão
sedutoras quanto os próprios contos. O velho Diderot, citado
por Machado de Assis, dizia que quando se faz um conto, o espírito
fica alegre, o tempo escoa-se, e o conto da vida acaba, sem a
gente dar por isso. Tão interessante quanto fazer contos
é ouvi-los ou lê-los. O conto da vida passa rápido
e cheio de encantamento.

Livro: Antologia do folclore brasileiro
Autor: Luís da Câmara Cascudo
Número de páginas: 323
Edição: 5 ed.
Editora: Global
Ano de Publicação: 2001
Localização: 398 C344a
Sinopse:
A Antologia do Folclore Brasileiro, de Luís da
Câmara Cascudo, forma um painel sem similar sobre aspectos
do folclore e da etnografia brasileira, através da reunião
de cem textos de autores brasileiros e estrangeiros. Vários
deles de acesso difícil. No prefácio à obra,
Cascudo explica seu objetivo: "apresentar os aspectos mais
vivos do Povo brasileiro através de quatro séculos",
ajustado ao conceito de folclore como "uma ciência
da psicologia coletiva", com finalidade em psiquiatria, sociologia,
política, religião. Os depoimentos começam
desde a gênese do Brasil. É narrado por viajantes
estrangeiros até os estudiosos brasileiros do século
XX. O leitor pode partilhar a surpresa de Gaspar de Carvajal,
em 1541, ao assistir o combate de seus companheiros com as amazonas;
acompanhar o terror de Hans Staden, prisioneiro dos índios,
pronto a ser devorado; os fantasmas noturnos que apavoravam os
índios, segundo o depoimento de Anchieta; a dança
de guerra dos tupinambás, narrada por Jean de Léry.
Nos séculos XIX e XX, com o país povoado e desenvolvido,
mas asperamente pitoresco a olhos de estrangeiros, sobretudo europeus,
o leitor se delicia com a malhação do Judas, testemunhada
por Debret; as seduções do lundu, dança presenciada
por Tollenare; Spruce ouvindo, deliciado, o canto do uirapuru.
Não menos interessante, os autores brasileiros estudam
lendas, crenças, superstições, pesquisam
os apelidos, registram quadrinhas populares, ditados, feitiços
e desafios, narram vaquejadas, analisam adivinhas, danças
típicas, a alimentação do homem do povo,
refletem sobre o inconsciente folclórico, numa fantástica
viagem de mais de 450 anos pelo imaginário, crenças
e terrores do homem brasileiro.

Livro: Geografia dos mitos brasileiros
Autor: Luís da Câmara Cascudo
Número de páginas: 400
Edição: 2 ed.
Editora: Global
Ano de Publicação: 2002
Localização: 398 C344g
Sinopse:
Lobisomem, Saci-Pererê, Mula sem Cabeça e muitos
outros seres fantásticos, que povoam a imaginação
do brasileiro, são os grandes personagens da Geografia
dos Mitos Brasileiros, de Luís da Câmara Cascudo.
Para muita gente, perdida pelos grotões e roças
do país, eles são criaturas tão vivas quanto
o vizinho ou o leitor. Não é para menos. Alguns
costumam se intrometer na vida humana, como perturbadores ou entidades
benéficas, exigindo doações (o fumo de rolo
que o caboclo deixa na encruzilhada para o Saci) ou atendendo
pedidos, como o Negrinho do Pastoreio. Ou até engravidando
moças, função exercida com muita competência
pelo boto. Esses mitos, ainda palpitantes de vida entre a sociedade
rural, estão presentes em todas as regiões do país,
como assinala o levantamento de Mestre Cascudo, estado a estado,
mas cada vez mais ameaçados pela penetração
do rádio e da televisão. Como em todo fato social,
há os mais populares (que Cascudo classifica como "mitos
primitivos e gerais"), nos quais se incluem ainda as entidades
que formam os ciclos "da angústia infantil" e
"dos monstros". No primeiro, figuras aterradoras para
as crianças, como a coca, as bruxas e o Mão de Cabelo,
de Minas Gerais, que corta a "minhoquinha" dos meninos
que não querem dormir. Entre os mitos de menor abrangência
geográfica, que Cascudo classifica como "secundários
e locais", há alguns que ultrapassaram a sua região
e hoje são conhecidos em todo o país, graças
à literatura (a Cobra Norato, motivo do poema de Raul Bopp)
e o Matita Pereira, da música de Antonio Carlos Jobim.
Com a sua erudição sem pedantismo, sempre com o
dom de interessar o leitor, Mestre Cascudo prova que a companhia
dos monstros, muitas vezes, em vez de pesadelo, pode ser uma viagem
"legitimamente maravilhosa".

Livro: Superstição no Brasil
Autor: Luís da Câmara Cascudo
Número de páginas: 496
Edição: 5 ed.
Editora: Global
Ano de Publicação: 2002
Localização: 398 C344s
Sinopse:
Superstição no Brasil reúne três livros
de Luís da Câmara Cascudo, publicados em épocas
diversas, unidos pela afinidade temática: Anúbis
e Outros Ensaios (1951), Superstições e Costumes
(1958), Religião no Povo (1974). Erudito que escrevia com
leveza e graça, Cascudo acompanha, numa viagem através
de milênios, a misteriosa caminhada de superstições,
hábitos, costumes e sua permanência em terras brasileiras.
O primeiro livro estuda sobretudo crenças e tradições
mágicas presentes na vida do brasileiro. Representado com
corpo de homem e cabeça de chacal, Anúbis era no
antigo Egito o intérprete dos mortos, aquele que encaminhava
as sombras ao deus supremo, Osíris. Quase 4 mil anos depois,
a sua presença permanece em vários aspectos do cerimonial
e do culto aos mortos. Quase tão velhas quanto Anúbis
são as preces e procissões para pedir chuva, já
praticadas na Roma dos Césares, ou o costume de se ouvir
o que as pessoas falam na rua, na certeza de se ter uma resposta
(um sim, um talvez, um não) às suas dúvidas,
prática comum na Grécia, há 3 mil anos, sob
as bênçãos de Hermes, o Mercúrio romano.
Superstições e Costumes estuda quarenta motivos
presentes no cotidiano do brasileiro, vários deles de origem
imemorial. Como a atitude de não olhar o rosto de uma pessoa,
um símbolo de respeito já registrado na Bíblia.
Ou a ameaça de se mijar na cova do inimigo, documentada
em Roma, há mais de 2 mil anos. Religião no Povo
é o resultado de quarenta anos de pesquisas sobre a religiosidade
popular, a intrincada mistura de elementos pagãos no catolicismo
popular brasileiro, os ritos do cotidiano, nascidos no seio da
religião (tomar bênção), orações
que perdem a força quando interrompidas, a força
mágica do meio-dia, os castigos aplicados aos santos, e
dezenas de outros motivos, numa fantástica viagem pelo
tempo e a velha e crédula alma humana.

Livro: Dicionário de folclore brasileiro
Autor: Luís da Câmara Cascudo
Número de páginas: 774
Edição: 9 ed.
Editora: Global
Ano de Publicação: 2000
Localização: 398 C344d
Sinopse:
Obra sem similar em língua portuguesa, e talvez em todas
as outras línguas, o Dicionário do Folclore Brasileiro,
de Luís da Câmara Cascudo, reaparece em nova edição,
revisto, atualizado e ilustrado. A mitologia conta que em luta
com Hércules, Anteu, filho da Terra, cada vez que tocava
o chão renovava as forças, como se ganhasse uma
nova vida. À semelhança do gigante grego, o dicionário
de Cascudo renova a sua importância, cada vez que reaparece
nas livrarias. Espécie de súmula de mais de quarenta
anos de estudo e pesquisa apaixonada do folclore e da etnografia
brasileira, a obra é também uma síntese viva
e palpitante, através de milhares de verbetes, das superstições,
crendices, mitos, danças, lendas, práticas mágicas
adotadas e vividas pelo povo brasileiro em seu cotidiano. Aliás,
é isso e muito mais do que isso. Registra, por exemplo,
locais de devoção popular, como Bom Jesus da Lapa,
na Bahia, Aparecida e Bom Jesus de Pirapora, em São Paulo,
formas de trabalho cooperativo (mutirão), movimentos de
rebeldia popular, como o cangaço, informa sobre os cangaceiros
mais famosos, aqueles que deixaram um rastro de fama e de sangue
na alma popular (Cabeleira, Lampião) e, por contraste e
complemento, os santos preferidos pela devoção popular:
São Jorge, Lázaro, José, João, Pedro,
Gonçalo, Antônio e seu duplo, muito venerado pelos
escravos, Santo Antônio Preto.
Pode-se afirmar que não há ocorrência de caráter
folclórico ou etnográfico que não esteja
registrado em seu devido verbete, sempre enriquecido com bibliografia
indispensável ao aprofundamento do assunto. Mais do que
um dicionário, a obra de Cascudo é uma introdução
à cultura viva do povo brasileiro que, graças à
cooperação de estudiosos, se amplia e enriquece
a cada edição. Como dizia a Bíblia, escrever
livros (sobretudo dicionários) é uma tarefa sem
fim.
Livro: Mouros, franceses e judeus: três
presenças no Brasil
Autor: Luís da Câmara Cascudo
Número de páginas: 112
Edição: 3 ed.
Editora: Global
Ano de Publicação: 2001
Localização: 398 C344d
Sinopse: Em Mouros, Franceses e Judeus, Luís
da Câmara Cascudo estuda a presença destes três
povos na cultura popular brasileira. Presenças persistentes
através de crendices, histórias, gestos, hábitos
alimentares, cujas origens se perdem na escura noite dos tempos,
alguns chegados aqui quando o Brasil apenas despertava para a
vida. Constantes culturais de dois, três mil anos, velhas
de quinhentos anos no país e que continuam, límpidas
e frescas, na vida cotidiana do povo brasileiro. Depois de séculos
de presença na Península Ibérica, deixando
marcas indeléveis na vida portuguesa, o mouro viajou para
o Brasil na memória do colonizador, como observa Cascudo.
Ninguém fala português sem empregar centenas de palavras
de origem árabe: açúcar, arroz, azeitona.
As mães d'água, de canto irresistível, são
parentes das mouras encantadas. A presença árabe
está em toda parte, na arquitetura, na doçaria,
no pé do nordestino. A alparcata, tão popular no
Nordeste, muitas vezes milenar, foi introduzida em Portugal pelo
berbere. Presente no Brasil desde as primeiras expedições
de reconhecimento da terra, o judeu deixou marcas de sua cultura
em lendas, cerimônias religiosas, hábitos de comércio.
Bem posterior, a influência francesa se tornou avassaladora
a partir, sobretudo, dos séculos XVIII e XIX. Ainda hoje,
os cantadores nordestinos invocam a figura de Roldão, como
um herói imbatível, exemplo de coragem e honradez.
"É o único motivo popular inspirado por livro
impresso", ensina mestre Cascudo. O livro é a História
do Imperador Carlos Magno e dos Doze Pares de França, presente
em toda casa de nordestino letrado, de onde se divulgou para o
povo fascinado. Roldão e sua espada durindana continuam
exaltados, ainda hoje, na literatura de cordel, como se acabassem
de sair de um combate. Como dizia Sainte Beuve, a antiguidade
é coisa nova.
Livro: Lendas brasileiras
Autor: Luís da Câmara Cascudo
Ilustração: Poty
Número de páginas: 176
Editora: Ediouro
Ano de Publicação: 2004
Localização: 398 C344l
Sinopse:
Lendas Brasileiras, de Câmara Cascudo é um livro
para os que se interessam pela nossa cultura popular. Nele o autor
apresenta 21 contos divididos pelas regiões do país.
Com ilustrações de Poty, ilustrador de obras clássicas
como as Jorge Amado. O livro traz histórias regionais transmitidas
de geração a geração. Entre elas:
A Lenda da Iara - região Norte, Chico Rei - Centro-Oeste;
A Morte do Zumbi - Nordeste; O Frade e a Freira do Sudeste e o
Negrinho do Pastoreiro da Região Sul. Ainda possui notas
de vocabulário.
Livro: Lendas do Brasil
Autor: Elsa Pestana Magalhães
Ilustração: Jesus Gabán
Número de páginas: 149
Editora: Girassol
Ano de Publicação: 2002
Localização: 398 M188l
Sinopse: Hoje a ciência tem respostas para
quase tudo. Mas, antigamente o povo, em sua imaginação,
criava suas próprias explicações através
de histórias fantásticas. com personagens incríveis,
que são chamadas de lendas. Este livro é uma fonte
preciosa dessas manifestações da cultura popular,
e nele você encontrará lendas de todas as regiões
do Brasil -- um testemunho fascinante de sua riqueza cultural.